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QUEM É DA TERRA, OLHA PARA A TERRA: LAURO DE FREITAS PRECISA ELEGER QUEM CONHECE A CIDADE

 

Em ano eleitoral, Lauro de Freitas volta a ser cortejada por candidatos que descobrem a cidade, suas comunidades e seus problemas justamente quando precisam do voto.

Mas a pergunta que o eleitor deveria fazer é outra:

Quem continuará olhando para Lauro de Freitas depois que a eleição acabar?

Deputado não é apenas alguém que aparece em campanha, pede voto, tira fotografia e depois segue para Brasília.

Deputado precisa ter compromisso com sua base.

Precisa conhecer as ruas, os bairros, as comunidades, as dificuldades e, principalmente, entender que cada voto recebido representa uma responsabilidade.

E, nesse cenário, a eleição de mulheres que possuem vínculo real com Lauro de Freitas merece uma reflexão especial.

MOEMA GRAMACHO: UMA HISTÓRIA DE GESTÃO, TRABALHO E TRANSFORMAÇÃO EM LAURO DE FREITAS

Falar de Moema Gramacho é falar de uma das trajetórias políticas mais marcantes da história recente de Lauro de Freitas.

Moema não apenas participou da política da cidade — ela administrou, planejou e executou transformações estruturais que mudaram a realidade de milhares de famílias.

Foram quatro mandatos como prefeita, com uma marca clara: presença do poder público onde antes havia abandono.

Durante suas gestões, Lauro de Freitas avançou em áreas essenciais como:

  • Habitação popular, com milhares de famílias saindo de áreas de risco para a casa própria;
  • Urbanização de comunidades inteiras, levando infraestrutura a regiões historicamente esquecidas;
  • Pavimentação e drenagem, reduzindo alagamentos e melhorando a mobilidade urbana;
  • Ampliação da rede de saúde, com mais unidades e serviços próximos da população;
  • Investimentos em educação e equipamentos públicos, fortalecendo a estrutura da cidade.

Em regiões como Itinga, por exemplo, obras estruturantes mudaram o cenário urbano e social, levando dignidade a quem antes convivia com lama, esgoto a céu aberto e insegurança habitacional.

Moema não apenas conheceu esses problemas — ela enfrentou esses problemas como gestora pública.

Em Brasília, como parlamentar e também no executivo, Moema respirou Lauro.

Essa vivência faz diferença quando o assunto é buscar investimentos, defender programas sociais e garantir que cidades como Lauro de Freitas não fiquem para trás.

Moema pode ser criticada — como qualquer figura pública —, mas não pode ser ignorada sua trajetória de entrega e construção.

Porque há uma diferença entre prometer e já ter feito.

E Moema já esteve dos dois lados: planejando e executando políticas públicas que impactaram diretamente a vida das pessoas.

TITA DO POVO: A FORÇA DE QUEM NASCEU DA REALIDADE POPULAR

Tita do Povo representa a política que nasce da vivência direta com o povo.

Sua trajetória está ligada à base, ao cotidiano das comunidades, às dificuldades enfrentadas por quem depende diariamente de serviços públicos.

E isso tem um peso político importante.

Quem vive a realidade entende o valor de uma unidade de saúde funcionando.

Quem conhece a dificuldade do transporte sabe o impacto de uma rua pavimentada.

Quem já enfrentou a falta de oportunidade entende a urgência de políticas de emprego e renda.

Tita não chega à política para descobrir Lauro de Freitas.

Ela já vive Lauro de Freitas.

CIBELE DE TEOBALDO: A PRESENÇA NAS COMUNIDADES E A POLÍTICA DO CUIDADO

Cibele de Teobaldo também construiu sua trajetória a partir da convivência com as comunidades.

Sua atuação social e presença constante nos bairros fazem parte de uma história de proximidade com a população.

Antes de qualquer candidatura, existe uma relação construída com pessoas, demandas e realidades que fazem parte do cotidiano do município.

Cibele representa a política do cuidado, da escuta e da presença.

E isso também é fundamental quando se fala em representação.

Porque política não pode ser apenas discurso de campanha.

Política precisa ser continuidade de uma história já vivida.

MULHER VOTA EM MULHER: REPRESENTATIVIDADE QUE PRECISA SER LEVADA A SÉRIO

Existe um ponto central que não pode ser ignorado nesta eleição: a necessidade de ampliar a presença feminina na política.

As mulheres são maioria do eleitorado, mas ainda são minoria nos espaços de decisão.

Por isso, quando mulheres de Lauro de Freitas disputam uma vaga na Câmara dos Deputados, a discussão vai além de partido ou grupo político.

É também sobre representatividade.

É sobre garantir que as demandas das mulheres da cidade cheguem a Brasília com voz própria.

A mãe solo.

A trabalhadora.

A empreendedora.

A jovem em busca do primeiro emprego.

A mulher que enfrenta violência e precisa de proteção.

A idosa que depende de políticas de assistência.

Mulher vota em mulher não é voto automático. É voto consciente.

É reconhecer trajetórias, histórias e compromissos reais com a vida das mulheres da cidade.

POR QUE VOTAR EM QUEM É DE LAURO DE FREITAS?

A resposta é direta.

Porque quem é de Lauro conhece Lauro.

E isso muda tudo.

O deputado que tem base na cidade não desaparece depois da eleição.

Ele continua sendo cobrado.

Continua sendo encontrado.

Continua sendo lembrado.

E isso cria responsabilidade permanente.

Diferente de candidatos que aparecem apenas no período eleitoral e depois seguem para outras bases, quem constrói sua história em Lauro de Freitas carrega a cidade consigo o tempo todo.

Deputado não pode ser visitante da cidade. Precisa ser parte dela.

LAURO DE FREITAS NÃO É APENAS UM COLÉGIO ELEITORAL

A cidade não pode ser tratada apenas como um conjunto de votos.

Lauro de Freitas é território, é comunidade, é história, é gente.

E precisa ser defendida por quem conhece sua realidade.

Moema tem uma trajetória de gestão e articulação política.

Tita tem a força da vivência popular.

Cibele tem a presença comunitária e o trabalho social.

São mulheres diferentes, com histórias diferentes, mas com algo em comum:

todas têm relação direta com Lauro de Freitas.

E isso precisa ser considerado pelo eleitor.

Porque a escolha não termina na urna.

Ela continua no dia seguinte, no mandato, nas decisões e na defesa da cidade em Brasília.

A PERGUNTA FINAL

No fim das contas, a eleição não é apenas sobre quem vence.

É sobre quem representa.

E a pergunta mais importante não é:

“Quem vai ganhar a eleição?”

Mas sim:

“Quem vai continuar defendendo Lauro de Freitas depois da eleição?”

Porque a cidade continua.

Os problemas continuam.

As comunidades continuam.

E Lauro de Freitas precisa de alguém que não apenas peça o voto, mas que carregue a cidade como compromisso permanente.

Quem é da terra, conhece a terra.

Quem conhece a terra, defende a terra.

E quem recebe o voto de Lauro de Freitas precisa honrar Lauro de Freitas.

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